Arquitetura
As 28 ferramentas foram agrupadas pelo contexto da decisão, não pelo nome do cálculo.
De calculadoras isoladas a um produto organizado por decisões
Produto autoral · Product Strategy, UX/UI, Design System, Implementação

As 28 ferramentas passaram a compartilhar arquitetura, padrões de interação e uma lógica comum para apresentar resultados, fontes e próximos passos.
As 28 ferramentas foram agrupadas pelo contexto da decisão, não pelo nome do cálculo.
Campos, estados, resultados e formatação passaram a seguir padrões compartilhados.
Resultado, fórmula, premissas e fontes convivem no mesmo fluxo, com prioridades diferentes.
Cada calculadora resolvia o próprio cálculo, mas reabria decisões de navegação, conteúdo, formatação e estados. Quanto mais o catálogo crescia, mais essas escolhas se repetiam.
Padrões mudavam de uma ferramenta para outra.
Uma decisão nem sempre levava naturalmente à próxima.
Novas páginas repetiam escolhas que já tinham sido feitas.
A V2 passou a tratar navegação, interação e conteúdo como decisões de produto, não como ajustes de página.
Quem chega ao QuantoLab pensa em aceitar uma proposta, abrir um CNPJ ou cobrar um cliente. A arquitetura passou a partir dessas decisões, e não do nome de cada cálculo.
A home orienta e apresenta possibilidades. Dentro das ferramentas, a interface reduz distrações e prioriza entrada, resultado e conferência.
Entrada → resultado → explicação → próximo passo. A sequência se repete para reduzir reaprendizado entre ferramentas.
Metodologia, fontes e guias ficam disponíveis quando acrescentam contexto, sem disputar atenção com o cálculo principal.

Campos, resultados, estados, navegação e formatação numérica passaram a seguir a mesma lógica entre ferramentas. A próxima implementação parte dessa base, em vez de recomeçar.
Moeda, percentual e valores grandes seguem a mesma regra em todo o produto. Em uma ferramenta de cálculo, formatação inconsistente não é detalhe visual: é dúvida sobre o número.
Durante o cálculo, a interface reduz a presença da marca e prioriza contraste, tipografia, grid e espaço. O lime fica reservado para pontos de atenção.


Em um produto sobre dinheiro, o número precisa aparecer com clareza sem esconder como foi calculado. Resultado, detalhamento, premissas e fontes entram em níveis diferentes da mesma leitura.
O resultado principal aparece primeiro, sem competir com explicações.
Fórmula, premissas, detalhamento e fontes ficam logo abaixo para quem quiser validar a conta.
Quando existe uma próxima decisão relacionada, ela aparece como continuidade, não como obrigação.
Para sustentar essa hierarquia, lógica de cálculo e conteúdo foram separados, e cada ferramenta passou a declarar suas premissas, fontes e limites.

As telas abaixo mostram como arquitetura, hierarquia e padrões compartilhados se comportam em descoberta, cálculo, comparação e conferência.
A entrada organiza o catálogo pelo que a pessoa quer resolver. Quem prefere explorar pode abrir a lista completa de ferramentas.

Poucos campos para começar. Depois do cálculo, o resultado assume prioridade e o detalhamento permanece no mesmo contexto.


Na CLT × PJ, o resultado organiza cenários lado a lado para apoiar a leitura das diferenças.

Quem precisa conferir encontra metodologia, premissas e fontes depois do resultado. No mobile, a mesma hierarquia é preservada.


Arquitetura, interação, formatação e critérios de confiança passaram a seguir uma lógica compartilhada. Novas ferramentas podem partir desses padrões, em vez de reabrir as mesmas decisões.
Coleção de calculadoras
Sistema por contexto de decisão
Ferramenta isolada
Próxima decisão conectada
Regras por página
Padrões compartilhados
Resultado opaco
Fórmula, premissas e fonte acessíveis
Ferramentas financeiras são aproximações. Quando um cálculo depende de regra, taxa ou condição externa, essa informação precisa aparecer onde pode afetar a leitura do número.
Premissas e exceções entram em hierarquia secundária, ligadas ao resultado que afetam. Quando há uma fonte oficial, ela fica disponível para conferência.
O produto também evita pedir dados que não participam do cálculo.
Não coletar informação desnecessária também é uma decisão de confiança.
Com muitas ferramentas, repetir decisões de navegação, estados e formatação custa mais do que desenhar uma tela específica.
Mostrar fórmula, premissas, fonte e limites é mais útil do que apenas afirmar que o resultado é confiável.
A marca pode aparecer mais na descoberta e recuar durante o cálculo, quando clareza e leitura precisam dominar.
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